Se no Brasil decanta-se o tombo do Produto Interno Bruto (queda histórica) de 9,7% no segundo trimestre, comparado com os primeiros três meses do ano (voltando ao patamar de 2009), no Estado do Tocantins a economia vai de vento em popa, projetando aumento e não queda no PIB regional, considerada a arrecadação de ICMS (um dos termômetros).
O Estado fechou o mês de agosto com uma arrecadação de ICMS da ordem de R$ 294 milhões. Os auditores cumpriram assim 124,46% da meta estipulada para o mês da ordem de R$ 236,7 milhões.
A arrecadação de agosto (até ontem) já era acima dos R$ 267 milhões de julho, dos R$ 248 milhões de junho, dos R$ R$ 218 milhões de maio, dos R$ 224 milhões de abril, dos R$ 242 milhões de março, dos R$ 237 milhões de fevereiro. E maior ainda que os R$ 272 milhões do ICMS de janeiro.
O valor é também 11,3% superior aos R$ 264 milhões recolhidos aos cofres públicos em agosto de 2019. De janeiro a agosto de 2020 o ICMS proporcionou ao governo uma arrecadação de R$ 2,006 bilhões contra os R$ 1,945 bilhões do mesmo período do ano passado.
Ou seja: mesmo com a crise da pandemia (que proporcionou a queda história do PIB brasileiro), no Estado os impostos elevaram-se 3,1% positivos. Ou seja, superavitário contra o déficit da economia do país.


