Se o planeta se unisse em torno do meio ambiente e tomasse contra os países poluidores e desmatadores como o fazem com a Rússia de Vladimir Putin, nessa bola insignificante na sua própria galáxia, um grão de areia comparada a outras galáxias interplanetárias, a projeção de vida na terra talvez fosse outra.
Observando por esta perspectiva, a espécie de deterrência de Putin pode ser que apresentasse um ponto positivo: a aliança dos países contra o arbítrio russo, uma retomada da guerra de expansão de territórios séculos depois de depositada onde deveria estar, no lixo da história da civilização.
É lição que contraria o princípio de que a economia global é que movimentasse as forças e riquezas mundiais. Ou seja, os grandes produtores e processadores, detentores de moedas fortes, determinassem o destino dos países pobres que o conflito expõe ser orientado, na verdade, em larga medida, pela geo-política mundial.
O mundo tem dito não, não só com expedientes retóricos, ao anacronismo russo sinalizador do revisionismo das relações estado/indivíduo do século XXI explicitamente proposto na ação de Putin de negar uma nação, retomando séculos depois, em plena época de movimentações em tempo real, a denominada guerra de conquistas de território.
Obviamente, prevalecesse a idéia, as pequenas nações do planeta (em maioria) e suas populações estariam sujeitas à minoria das grandes potências mundiais para existirem, derrubando, por lógica, o conceito civilizatório de nação e Estado
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