A Defensoria Pública mostrando como se deve aplicar recurso público.
Na mais absoluta falta do que fazer e de responsabilidade fez circular ontem em pleno domingo de carnaval nota de repúdio à áudio atribuído à prefeita da Capital que teria tecido comentários injuriosos à comunidade LGBT.
Na nota a Defensoria anota que a prefeita teria dito que o áudio seria uma montagem. A prudência e a função pública da Defensoria recomendariam; por seus próprios termos, assim, que se repúdio se exigisse; ele estaria conectado era na outra ponta que a publicação, equivocadamente, tencionaria repudiar.
Ou que se esperasse alguma investigação de autoria que fundamentasse a crítica ao sujeito e objeto. O fato é , sem dúvida, merecedor de repúdio assim como os LGBTs de respeito. Mas de órgão público se exige além do senso comum e do sentimento de pertencimento e de redes sociais.
Mais não bastasse; o tal áudio seria uma gravação ilegal de celular que teria sido captada no carnaval do ano passado.
Ou seja: retirando todas as ilegalidades do fato; a Defensoria estaria circulando nota de repúdio com um ano de atraso. Politicagem pura.
Os donos do Mujica e os candidatos a prefeito em oposição a Cínthia não tem, portanto, nada a reclamar.
A Defensoria, pretextando defesa das minorias, empresta sua contribuição ao uso ilegítimo dos recursos públicos expropriados também das maiorias.
Um abuso e uma explícita ação de cunho eleitoral, carregada de populismo barato e responsabilidade. Um poder repudiando algo que manifestadamente informa ter negado o crime apontado, o acusado


