O governo espera ter nesta segunda estimativa das receitas que o governo federal repassará aos cofres do Estado para bancar o piso de enfermagem.
O presidente Lula sancionou na última sexta-feira lei 14.581 abrindo crédito especial no orçamento da seguridade social liberando R$ 7,2 bilhões ao Ministério da Saúde para ajudar os Estados a pagar o piso criado pelo Congresso.
Se não sabe quanto receberá, o Palácio tem na ponta do lápis o custo da implantação do piso: R$ 94 milhões e 680 mil a mais por ano.
Hoje o governo gasta R$ 11,6 milhões mensais com salários dos 4 mil e 118 enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. São 1.284 enfermeiros, 2.812 técnicos e 22 auxiliares.
São R$ 4,9 milhões mensais com enfermeiros, R$ 6,5 milhões com técnicos e outros R$ 58 mil com auxiliares.
Com o novo piso, o gasto mensal será de R$ 7,375 milhões (enfermeiros), R$ 11,270 milhões (técnicos) e R$ 61 mil para auxiliares. Um aumento mensal nas despesas de R$ 7,1 milhões que, ao ano, levará a um acréscimo de R$ 94,6 milhões.
Isto aí levará as despesas de salários na Saúde dos atuais R$ 1,302 bilhões para R$ 1,390 bilhões. A folha de janeiro/2023 foi de R$ 105 milhões que passará para R$ 112 milhões mensais com o novo piso da enfermagem.


