A economia do Estado tem reagido, via de regra, em oposição aos pregadores do caos financeiro como fundamento para o não cumprimento das regras restritivas do enfrentamento do Covid-19.
Ela própria um paradoxo. As exportações registraram de janeiro a março negócios da ordem de R$ 1,159 bilhões (US$ 213 milhões). O dólar em alta, mas uma queda (em moeda americana) de 4,4% em relação ao exportado no 1º trimestre de 2020 (US$ 223 milhões).
A priori, a pandemia, infere-se, teria afetado as vendas para o exterior. O consumo interno (preço em real) poderia, assim, ser justificado por essa retração. O problema é a razão numérica.
No Estado, projetando sobre uma arrecadação de R$ 1,164 bilhões no primeiro trimestre e considerando a média tributária de 25%, é possível estimar a movimentação econômica no período da ordem de R$ 4,6 bilhões (US$ 845 milhões). Só em comercializações tributadas pelo Estado o equivalente a 8% do PIB estadual em reais.
Para se ter uma idéia disso: em 2020, as exportações do Estado elevaram-se a US$ 1,368 milhões (R$ 7,4 bilhões). E a movimentação econômica do Tocantins (tributadas pelo governo) estimados R$ 17,9 bilhões (receita tributária de R$ 4,496 bilhões).
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