Uma leitura dos bens declarados pelos candidatos ao governo à Justiça Eleitoral possibilita escrutinar ganhos e perdas nos últimos quatro anos daqueles que pretendem comandar as finanças do Estado.
Por eles se tem que o candidato do Partido dos Trabalhadores é, de longe, o mais rico dos que disputam o governo. Paulo Mourão declarou este ano patrimônio de R$ 6,686 milhões.
Uma variação patrimonial positiva de R$ 2,8 milhões (76%) comparado o patrimônio que declarou nas eleições de 2018 (quando disputou o Senado), da ordem de R$ 3,792 milhões.
Também aumentou em quatro anos o governador Wanderlei Barbosa, candidato à reeleição. Nas eleições de 2018 (como vice), o governador declarou ter R$ 1,579 milhões de patrimônio. Hoje, como declarou à Justiça Eleitoral, teria R$ 2,2 milhões. Um crescimento de R$ 621 mil (39%).
Já o senador e empresário Irajá Abreu viu seu patrimônio cair de R$ 5,237 milhões (2018) para os atuais R$ 2,051 milhões. Uma queda no patrimônio de 60% (R$ 3,186 milhões).
Outro que perdeu foi Ronaldo Dimas que declarou na última eleição que disputou (2016) um patrimônio de R$ 1,041 milhões e agora informa ter apenas R$ 548 mil. Perdeu R$ 493 mil (47%) em seis anos.


