Empresários, lobistas e pastores evangélicos tomaram de assalto um partido político no Estado. E aí você se perguntaria: o que levaria empresário, lobistas ou igreja evangélica a querer comandar uma agremiação política? Pela lógica, nada, absolutamente nada. E tudo ao mesmo tempo. Para o bem ou para o mal.
Partidos buscam eleger pessoas para influenciar em políticas públicas de ajuda aos mais necessitados. É um grupo de membros da sociedade que tomam partido de algo respeitadas suas individualidades. Há o religioso, o agnóstico e até o ateu.
É, em tese, uma missão que, a princípio sequer era remunerada. E igrejas cuidam do espírito de seu rebanho, ainda que bancadas por 10% dos salários dos fiéis. Não pagam impostos como o cidadão mortal. Matéria e espírito. Partido com igreja dá mal.
E por que? O recurso que financia os partidos no Brasil vem dos impostos, do público, desta ou daquela religião e até dos ateus. Não pode, portanto, ser administrado (ou entregue) a um pastor ou padre, a uma religião ou outra. Tem que servir ao interesse público e não corporativo.
Caso contrário, montaria-se uma igreja e não um partido no processo eleitoral. Para se candidatar seria preciso mostrar a carteirinha da igreja!!! (...)
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