Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Palácio refuta especulações de desentendimentos entre governador e vice e que não procedem ilações de que tivessem ficado afastados, brecando fake-news na Praça dos Girassóis

10/05/2024 650 visualizações

O Palácio Araguaia descartou ontem ao blog a existência de qualquer estremecimento na relação entre o governador Wanderlei Barbosa e o vice Laurez Moreira.

Para o Palácio não procedem as ilações de que ambos estivessem estremecidos e que tivessem ficado sem conversar por alguns dias.

"Com certeza,  não procede", falou o secretário de Comunicação, Márcio Rocha, no início da noite de ontem. 

Auxiliares mais próximos de Wanderlei consultados veem a ação como tentativa de adversários de desestabilizar a relação entre o vice e o governador.

As especulações eram fomentadas por aliados e adversários de ambos. E sugeririam uma espécie de conspiração do vice junto com a ex-senadora Kátia Abreu contra o governador que teria afastado ambos.

Kátia também negou ao blog (post anterior) que tenha conversado com Laurez. “Nunca mais o vi”, disse a ex-senadora ao blog.

O fake-news talvez, é possível inferir, tenha origem justamente no contrário: a segurança da relação entre ambos que tem histórias parecidas. E que levaria poder político a Laurez.

São tocantinenses, os pais foram prefeitos no Estado e tem longa relação de alianças eleitorais. Não é uma relação que sugeririra a possibilidade de desconfiança.,

Mais não fosse, Laurez, vice-governador, é advogado e casado com uma desembargadora de Justiça do Estado.

Seria improvável que se arriscasse a tanto e estivesse a provocar, de forma ilegítima, ministros de cortes superiores em favor de ações contra um governador.

E pior ainda: não há no STF ou STJ ação que investigue Wanderlei Barbosa até onde se sabe.

Existe uma ação no STJ que investiga as emendas parlamentares para cesta básica.

Recursos aplicados quando Wanderlei era vice-governador, portanto não era ordenador de desembolso. E mais ainda: não era deputado para liberar emenda. E sim vice-governador.

E as investigações na Saúde, até aqui, não envolvem o governador do Estado, que também ali não é ordenador de desembolso e não se tem conhecimento de ligação entre o Chefe do Executivo e as licitações do órgão.

Diferente do que ocorreu com o ex-governador Mauro Carlesse.

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