O governo trabalha com um plano de ajuste no Plan-Saúde. Hoje, como apresentado ontem aos deputados pelo secretário Edson Cabral, 49,97% das receitas do plano são originárias da contribuição do governo. Outros 50,03%, dos servidores. Grosso modo: R$ 12 milhões/mês, em média, de cada um.
A proposta é desonerar o Estado. No primeiro semestre de 2020, redução da contrapartida para 40%¨, caindo para 30% no segundo semestre de 2020 e fechando em 20% no primeiro semestre de 2021. Carlesse, assim, entregaria o governo (em 2022) com uma paridade mais em conta para a administração.
Com isto, o governo teria uma economia de R$ 50 milhões no primeiro semestre de 2020, aumentando para R$ 57 milhões no segundo semestre do próximo ano e fechando o primeiro semestre de 2021 reduzindo o seu custo em R$ 60 milhões.
O problema é solucionar a equação colocada: reduzindo o custo do governo, aumentaria o custo do servidor. Ou diminuiria as receitas da administradora e prestadores de serviço.


