O secretário da Fazenda, Sandro Henrique, descartou nesta quarta que o governo esteja pensando em reduzir o valor dos salários mais altos no funcionalismo em função das dificuldades geradas pela pandemia que tem reduzido a arrecadação de receitas.
Sandro disse que, apesar da discussão nacional sobre o assunto e das reuniões entre secretários estaduais de Fazenda, Mauro Carlesse não irá diminuir os salários dos servidores do Estado.
A explicação é matemático-financeira: a redução dos salários mais altos implicaria em menos recursos circulando na economia e, por consequência, menos consumo e, com este, menos arrecadação.
O pagamento do líquido dos salários (que o governo tem feito regularmente no primeiro dia útil de cada mês) já despejou na economia o equivalente a R$ 1 bilhão de janeiro a maio. Algo próximo de 4% do PIB anual do Estado.


