Não há dúvida da preocupação do governo com os mais de 40 mil servidores públicos (efetivos e comissionados). Diferente de dois anos atrás, os funcionários não tem, hoje, receio de fazer compromissos com o salário.
Em tempos de crise financeira (turbinada pela crise do Covid) não é irrelevante a decisão política de Mauro Carlesse de priorizar o salário dos servidores. Ainda que efetue o pagamento apenas do líquido do contracheque.
Mauro Carlesse enquadrou receita e despesa. Isto possibilita que nesta sexta antecipe os salários que, pela lei, deveria creditar na conta do funcionalismo apenas no primeiro dia útil do mês. Ou seja, na segunda-feira.
Para a folha de julho serão depositados nas contas dos servidores (conforme o governo) R$ 83.420.396,54. O dinheiro estará disponível nas referidas contas ao longo do dia, dependendo do banco em que o servidor escolheu recebê-lo.
A Secretaria de Comunicação informa que os servidores com ferramentas eletrônicas como os aplicativos dos bancos e façam os pagamentos por cartão. "Além disso, se for possível, evitem se dirigir às agências bancárias para que não haja aglomeração nesses locais. "


