A morte do jornalista Anésio Junior é baque daqueles. Uma partida prematura ainda que a finitude seja inexorável. Um texto maravilhoso, uma figura fantástica, uma família honrada forjada no jornalismo ao lado da esposa, a também jornalista Luiza Renovato. Ele no Diário da Manhã/Cinco de Março/Edição Extra e ela uma das grandes editoras de Economia na história de O Popular.
É difícil crer que tenha mudado de cena. Desde Goiânia, sempre conversávamos. Antes nas cervejinhas de quase todo final de semana (na casa do Tião Pinheiro, do Maurício Roriz, do Salomão Wenceslau ou no Cabrito) e, mais recentemente, no watshap em trocas de impressões quase que diárias sobre a política e os políticos que se expressava ele, no Emtempo, e eu por aqui.
Falamo-nos quando do desaparecimento da amiga comum jornalista Kibb Barreto sobre a morte. E sentimos também a ida do jornalista Nogueira Junior. Até a recente fibrose pulmonar de Anésio, minha ignorância e desatenção a desprezavam do universo de nossa finitude.
Anésio Jr. Um grande amigo, pai e companheiro.


