Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Oposição fica com comissão que trata de transporte coletivo, uso do solo, habitação, infraestrutura, região metropolitana, obras públicas e blocão minimiza derrota na Câmara

14/02/2025 561 visualizações

Tanto o Executivo metropolitano quanto o  vereador  Carlos Amastha (líder do blocão de oito partidos alinhados a Eduardo Siqueira) minimizaram e até relativizaram a disputa pela presidência da Comissão de Administração Pública, Urbanismo e Infraestrutura municipal.

O fato é que, exposta a fratura, não haveria outra opção política que não aceitar Karina Café disputar a presidência com o apoio (e vontade política) que demonstrou ser possuidora para o cargo.

A enfrentar mais desgastes com o uso, por Carlos Amastha, das prerrogativas regimentais de líder do blocão que funciona como um partido.

E que, se dão ao presidente do bloco competência (prerrogativa) para indicar ou retirar integrante a qualquer tempo, não o autoriza a proibir candidaturas sem que isto exponha um método arbitrário.

Obviamente que Karina Café (Republicanos) – eleita na chapa de Janad Valcari – não seria a vereadora dos sonhos do prefeito para analisar, por exemplo, a Lei do Uso do Solo, que vai impactar nos imóveis da cidade.

É a comissão que trata ainda do sistema de transporte urbano, da política agrícola, uso e ocupação do solo, habitação, infraestrutura e saneamento básico, região metropolitana, obras públicas e particulares e que tais.

Tudo que o prefeito projeta alterar na cidade e que vê como necessário reavaliar.

E que, agora, ficará com a oposição a Eduardo.  Ainda que o prefeito apresente indicativos de que tenha construido uma maioria de 12 vereadores no Legislativo.

Ou seja, a rapadura é doce, mas não é mole.

Como se vê, tanto Carlos Amastha (líder do blocão) quanto Walter Viana (líder do prefeito) terão que rever estratégias.

Se isto não for considerado uma derrota política, nada mais o será.

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