De forma inequívoca, o Exército optou pela desonra na absolvição do general Eduardo Pazuelo da prática de ato frontalmente contrário ao regimento do Exército e à Constituição da República.
Deste modo, sob Jair Bolsonaro, o país caminha célere para o retorno da ditadura e anarquia no país. Como é óbvio, policiais da força de segurança são proibidos de participar de manifestações político-partidárias.
A razão é muito simples: são autorizados a andar armados, diferente do civil. De outro modo, a sociedade os paga para que a proteja e não que a enfrente, também por motivos simplórios: ela é desarmada, a força não e tem o poder de polícia.
A decisão deplorável do Ministro do Exército de ignorar os regulamentos e a Constituição abriu a janela para que policiais militares, civis, exército, aeronáutica, marinha fiquem tentados a seguir a loucura armamentista de Jair Bolsonaro que foi para a reserva por indisciplina.
Ou seja, a partir de agora o cidadão que paga os salários dos policiais ficarão à mercê de suas vontades políticas armadas, onde não votar em Bolsonaro ou nele não acreditar será desacato à autoridade.
E os nossos congressistas (inclusive do Estado) mais preocupados com seus bolsos, não estão nem aí para o retrocesso anti-democrático.


