A possibilidade concreta de Wanderlei Barbosa ser reeleito governador joga luz nas alianças das eleições de outubro mas que no resultado.
A união da prefeita Cínthia Ribeiro com a senadora Kátia Abreu e o próprio Wanderlei provoca a especulação de que o grupo pode unir-se, também, daqui a dois anos nas eleições na Capital.
A equação coloca o vice-prefeito André Gomes em grupo do outro lado, onde já estaria, em função das movimentações do senador Eduardo Gomes com Ronaldo Dimas.
Um terceiro grupo seria liderado pelo ex-prefeito Carlos Amastha (candidato ao Senado) que projeta administrar novamente a maior cidade do Estado.
Ainda que determinados setores insistam na tese de alienígena (pela nacionalidade original, mesmo naturalizado), Amastha não tem volta: ja tem seu espaço: sua votação em 2018 no Estado bem o comprova.
A dúvida é para onde caminhará a deputada Dorinha Seabra, caso não se eleja Senadora da República. Derrubou pontes com Amastha, Carlesse, Eduardo e Cínthia.


