Sábado, 24 de Out de 2026

Movimentação política e partidária às vésperas das convenções são o que sempre foram: pastel de vento!!

11/07/2022 807 visualizações

O xadrez da política (olha o léxico aí) é controverso no Estado.  Há duas semanas pegou forte o peso da movimentação do senador Irajá Abreu, do PSD, para  o palanque o PSC/PSB de Osires Damaso (e Carlos Amastha).

Vamos lá!! O PSD elegeu em 2020 um total de 22 prefeitos. o PSB um e o PSC apenas quatro prefeitos. Esses 27 prefeitos aí saíram das urnas com 67 mil votos. Destes, 55.264 do PSD, 9.507 (PSC) e 2.695 (PSB). Se esse grupo tiver o apoio do PP (Kátia Abreu), se somariam mais 18 mil votos (oito prefeitos).

Para se ter uma idéia do que significou, do ponto de vista numérico, o fato político da mudança, apenas o MDB com seus 22 prefeitos eleitos em 2020 saiu das urnas com 60 mil e 70 votos nos municípios para prefeito.

Já o PSDB, de Cínthia Ribeiro, recebeu em 2020 um total de 48 mil e 211 votos com dois prefeitos eleitos.

O União Brasil (de Dorinha Seabra) – resultado da junção do Democratas/PSL – teve (somando os dois ex-partidos) em 2020 um total de 62 mil votos com 28 prefeitos eleitos.

Já o PT obteve 6.460 votos (dois prefeitos), o PL (de Dimas) 7.131 (cinco prefeitos) e o Republicanos (Wanderlei Barbosa) apenas um prefeito (2.240 votos).

Por estes números é possível elaborar raciocínio sobre o potencial de votos de cada candidato. E qual líder ou partido serão protagonistas na determinação administrativa e política do governo numa eventual eleição.

Da mesma forma como sustentar uma tese contrária, ainda que frágil na demonstração, de que tudo isto aí não implicaria em nada, posto a máquinas nas mãos do governador (ainda que a máquina federal estivesse em lado oposto),  a bi-polarização política (direita/esquerda) e o fato de 72% dos 139 prefeitos eleitos em 2020 pertencerem a partidos ditos conservadores.

Isto porque nas eleições de 2018, apesar do mesmo espectro partidário municipal, um candidato de esquerda (Fernando Hadad) obteve os votos da maioria dos eleitores do Estado contra o  até então apenas conservador Jair Bolsonaro.

Não levam em conta, como se nota, outros planos e perspectivas.

 

 

 

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