Sábado, 24 de Out de 2026

Morte inesperada de filho e omissão da causa podem mexer com Ronaldo Caiado na campanha à reeleição

04/07/2022 829 visualizações

Em Goiânia (onde estou nesta segunda) há um misto de tristeza e dúvida. Tristeza pela morte inesperada de um rapaz jovem de 40 anos (tímido, informam) filho do governador do Estado, Ronaldo Caiado.  Um caso triste para qualquer pai, irmão, amigo ou família. E dúvida pela escolha (que pode ser uma escolha familiar) de omitir a causa da morte.

A opção provoca especulações as mais diversas e que são alimentadas pelo curto velório (poucas horas na noite de ontem) e decisão da família de realizar a cremação ainda nesta manhã de segunda. Um espaço de 24 horas entre a descoberta do óbito e a cremação.

Ainda que as autoridades policiais tenham prazo para realizar inquéritos (se os abrir), a falta de transparência familiar (um direito privado) certamente vai de encontro à transparência pública.

Mais não existisse, o governador Ronaldo Caiado é candidato à reeleição em outubro próximo. No que contaminaria o sentido humano da perda com uma omissão tática de uma estratégia política eleitoral.

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