O deputado e ex-vereador Moisemar Marinho manteve ontem no Legislativo estadual sua porção vereador, assumindo seu lado-Janad de ser: criticou a prefeita Cínthia Ribeiro por não construir um hospital municipal apesar do orçamento de R$ 2 bilhões (2023). Mais curioso é que o partido de Moisemar (o PSB) adminiistrou Palmas (Carlos Amastha) por seis anos!!! Pior: o Hospital e Maternidade de Palmas (que era o hospital municipal de Palmas) foi incorporado ao HGP há 18 anos (2005) na gestão petista de Raul Filho, de partido aliado do PSB. Moisemar, como Janad, correm, lógico, o risco político de, nas suas reações, elaborarem mais passivos que ativos ao traçarem como perímetro suas próprias ainda reduzidas biografias polítcas, afastadas do todo.
Na execução orçamentária (a que todo vereador teria acesso) a Prefeitura teve uma Receita Corrente Líquida no ano passado de R$ 1,6 bilhão (receitas totais de R$ 1,7bi). Salários de servidores (inclusive dos vereadores como era Moisemar até o ano passado) consumiram R$ 802 milhões, E a Prefeitura aplicou em ações de saúde no ano passado 22,31% das receitas contra a exigência constitucional de 15%.
Cinthia - que não é senadora, deputada federal nem estadual para criar emendas - teria que ter um pé de árvore de dinheiro. Dado que orçamentos públicos - que são aprovados pelos vereadores ou deputados - dependem da arrecadação de impostos que decorre da movimentação econômica. Mas os deputados e vereadores não estão nem aí!! O negócio é causar likes nas redes sociais.


