O Estado fechou o segundo quadrimestre desenquadrado novamente. Não é novidade: 55,36%. Poderia ser pior não fossem as despesas de pessoal não computadas para efeito de cálculo da relação despesa de pessoal/receita corrente líquida e permitidas pela própria Lei de Responsabilidade Fiscal.
No primeiro quadrimestre de 2019 (última publicação da Secretaria do Tesouro Nacional) o governo do Tocantins era o terceiro no país a mais fazer uso de tal expediente.
As despesas não computadas pelo governo do Tocantins, conforme a STN, elevavam-se a 25% do total gasto. Só era menor que os 30% do Rio de Janeiro, 31% de Mato Grosso do Sul e que os 52% do Rio Grande do Sul.
No Estado, não eram contabilizados 16% de aposentadorias com recursos vinculados, 7% de despesas de exercícios anteriores, 1% de decisões judiciais e outro 1% de indenizações por demissões e incentivo a demissões voluntárias.


