Laurez Moreira completa esta semana três meses no exercício do cargo de governador.
Há problemas? Óbvio. Administra antigas e novas pendências. Um Estado com mais de 50 mil servidores, 139 municípios e carências incontáveis.
Mas o governo em exercício, no geral, as tem enfrentado, tanto política como tecnicamente.
Receitas em alta, despesas com viés de baixa, tem entregado uma obra a cada dois dias.
Afastando o discurso de que teria que entregar algo à população e à economia para manter-se.
Há o conflito com servidores que, por enquanto, não tem influenciado no desempenho geral.
Essa soma tem deixado ao governador afastado, Wanderlei Barbosa, apenas uma opção argumentativa para negar o governo: apontar que as obras tivessem sido iniciadas na sua administração.
E aí a armadilha: se Laurez estaria cumprindo um cronograma de governo de Wanderlei, que necessidade haveria de descontinuidade do afastamento determinado pelo STJ fundada em problemas e não solução continuada!!
E entre uma solução com problemas na Justiça e outra sem inquéritos policiais, frente a frente, não haveriam dúvidas razoáveis sobre escolhas.
















