Ladrões dos cofres públicos, como qualquer outro criminoso, tem que pagar por seus crimes e ressarcir os cofres públicos. Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal devem ser defendidos e estão aí é para cumprir o devido processo legal. Fazem o seu papel e isso deve ser realçado. Isto quando relacionar-se a verbas federais.
Agora, essa operação deflagrada hoje (Operações Brutus e Hastati), pelo que divulga a própria Polícia Federal pouco acrescenta à Operação Replicantes realizada em novembro do ano passado.
Até as informações que vão publicadas no portal da Polícia Federal e a estrutura do texto é a mesma inserida no portal da PF no dia 6 de novembro de 2019. Os textos são praticamente iguais.
De diferente apenas a ressalva agora da Polícia Federal que haveria recursos da União envolvidos. Como lógico, a lembrança corrige as alegações da Operação Replicantes e como que justifica a Justiça Federal na ação, por questão de competência.
O cuidado, como claro, objetiva evitar críticas nos outros processos de incompetência da Justiça Federal para julgar desvios de recursos públicos estaduais.
Isto implica em se deduzir que as operações de hoje terminam sendo instrumento para correção das operações anteriores. Ou seja, se aquelas caírem, estas as substituirão.
O problema é os envolvidos responderem processos distintos sobre os mesmos crimes e duas investigações.
Pode até ser que apareçam informações novas que as diferenciem. Mas até agora, são as mesmas explicações e até praticamente os mesmos locais onde são desenvolvidas.


