A judicialização da administração do prefeito Eduardo Siqueira pode levar mais problemas ao município do que à musculatura política do Chefe do Executivo metropolitano. Eduardo tem sido processado, julgado e condenado antes de defender-se daquilo que lhes acusam os adversários.
Por indução e dedução, tão somente, os estragos favorecem mais a projetos eleitorais do que à fiscalização das ações contestadas de que é prova aqueles anunciados 800% de superfaturamento na Santa Casa.
A bola da vez é a dação em pagamento a empresa de transporte coletivo. As iniciativas podem até ser discutidas no mérito político e sob outras réguas. (como já apontei aqui).
Mas a competência do Executivo é indiscutível. Aliás, Palmas foi construída e paga em dação de pagamento a empreiteiras lá nos anos 90.
E o Capim Dourado teve o lote vendido por uns trocados e a área (que era de preservação ambiental) desafetada, às margens do córrego que abastece a cidade, para um comércio.
E o que dizer do sem números de postos de combustíveis em áreas desafetadas? E as áreas públicas entregues às igrejas?
A população, políticamente, avalia é nas urnas.
Eduardo, no entanto, tem ampliado sua base política e é provável que, considerando o volume de emendas de parlamentares como Eduardo Gomes (na foto) e a estratégia em curso, pode, após as eleições, decolar obras rumo a 2028.
O MPE e o TCE tem que fazer o seu papel.
Não podem é ser instrumento de luta política,


