Os bolsonaristas são apresentados à lei e à ordem. Caramba!!! Desde criança, as pessoas civilizadas são educadas a respeitar o direito dos outros, a coisa pública e a não cometer crimes. Essa régua moral e ética é que garantiu, na prática, a sobrevivência e vitória do homem sobre sua natureza animal e, portanto, instintiva e destrutiva.
Já se sabia dos horrores do bolsonarismo no dia-a-dia. O vandalismo golpista de 8 de janeiro e agora a confirmação, em fotos e imagens, do genocídio que se praticava com os yanomamis, crianças e idosos indo à morte por falta de comida e assistência médica nas aldeias, enquanto o Exército protegia golpista nos quartéis, é inominável.
Assim como é indecifrável a defesa, hoje, do general Augusto Heleno (um dos baluartes da ditadura e ex-ministro de Segurança Institucional) da liberação de garimpo ilegal de ouro em Roraima, a 7km do território indígena yanomami e a duas semanas do final do governo Bolsonaro.
Os garimpeiros de ouro algozes dos indígenas e que tocavam fogo em suas aldeias, levando pânico às comunidades para que deixassem suas terras, seja pela doença e pela bala mesmo!! Bloqueando até a passagem de medicamentos e comida, cuja proteção é de obrigaçãõ do Exército.
Mas os generais (exceções à parte) tinham outras prioridades bolsonaristas, às expensas do contribuinte e alienadas de suas funções constitucionais.
Forçoso constatar que a eliminação dos yanomamis já havia sido defendida pelo Jair Bolsonaro deputado federal na Câmara dos Deputados.
Ou seja, o crime praticado no seu governo contra a etnia fora premeditado muito antes. Ainda assim, Bolsonaro foi eleito em 2018 e pariu milhões de zumbis de extrema direita e agarrados na barbárie.
O resultado é que, agora, se sabe que 570 crianças menores de 5 anos perderam a vida no território yanomami nos últimos 4 anos, com doenças que poderiam ser evitadas.
Tal grande parcela dos 700 mil óbitos da Covid-19 no país. E ainda tem gente que defende um caráter genocida, bronco e bárbaro destes.
Esses quatro anos bolsonaristas tem que ser passado a limpo com o devido processo legal como manda a Constituição. Não só as ações de Jair, mas de seu séquito.


