Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Irracionalidade eleitoral e obscurantista da flexibilização: Estado continua neste domingo com menor índice de isolamento do país e taxa de contaminação 8,3% acima da tragédia nacional!!!

luizarmandocosta 14/06/2020 329 visualizações

O Estado do Tocantins manteve ontem a pior taxa de isolamento social no país:36,7%. Ou seja: a população do Estado é a mais irresponsável na prevenção da Covid-19. O espantoso índice de 63,3% dos moradores (quase 1 milhão de pessoas/995 mil) estariam circulando livremente e, com isto, levando o vírus para passear em outras pessoas. Já há uma taxa de letalidade de 1,87% (no BR ontem era de 5,022%). No Brasil (In Loco deste domingo) das 42 mil e 720 mortes (e 850 mil contaminados) o índice de isolamento era 40,1%.

No Estado (números da Secretaria de Saúde) eram registrados 185 novos casos no sábado. A média diária de casos nos últimos quatro dias aumentou: 220 contaminados a cada 24 horas (208/quarta-feira - 274/quinta - 213/sexta - 185/sábado). Contra os 197 casos da média diária do mês de maio. Uma pisada na aceleração de 11,6%. Em menos de uma semana.

Já são 6.931 casos no Estado (440/100 mil habitantes) contra os 404/100 mil (850 mil casos) registrados no país ontem. Ou seja: o Tocantins já tem um índice de incidência da Covid-19 cerca 8,3% superior à tragédia nacional do segundo país colocado em casos no planeta.

Araguaína já registra 1.598 casos/100 mil e Palmas 322/100 mil. São Miguel (883/100 mil), Xambioá (2.900/100 mil), Nova Olinda (1.627/100 mil), Tocantinópolis (852/100 mil), Darcinópolis (2.920/100 mil), Gurupi (150/100 mil) e Paraíso (344/100 mil). Para ficar só nestes. Contra o índice nacional de contaminação, repito, de 404/100 mil).

O Estado (com 1,5 milhão de pessoas) tem mais casos que Mato Grosso (5.524/população de 3,4 milhões de habitantes), Mato Grosso do Sul (3.235 casos/2,5 milhões de habitantes), Roraima (6.842) e se aproxima de Goiás (7.940 casos/6 milhões de moradores).

Esse é o contexto em que não se apresenta melhor alternativa para a contenção do vírus que não o distanciamento social. E que contraria, inexoravelmente, o texto impulsionado nas redes sociais e nos órgãos públicos para justificar medidas contrárias ao isolamento social. E em favor da flexibilização.

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