O Democratas está mesmo decidido a expulsar o empresário Lúcio Meira do partido. A decisão se dá em função dos problemas judiciais do empresário e que o partido não teria muita dificuldade para enquadrá-lo nos dispositivos estatutários.
E, por outro lado, a intransigência do vice da chapa de acatar a orientação do partido e fincar o pé na indicação (onde já não é mais o indicado), contrariaria, por consequência, também a hierarquia partidária onde o partido soprepõe-se ao interesse individual do filiado.
A decisão de expulsão seria tanto da direção metropolitana como da estadual, com o aval da Executiva nacional do Democratas. O processo de expulsão, como apurou o blog, estaria a cargo do ex-vereador Fernando Rezende, que também teria sido um dos abonadores de Lucas Meira. Antes de virem a públicas estrepolias de que o acusa (junto com membro da família) o Ministério Público de Goiás.
A expulsão, nestes termos, é considerada como dada. O Democratas tem até 20 dias antes das eleições para alterar o nome na chapa. Dorinha, assim, vai como um trator sobre Carlos Gaguim (e o Palácio) - os propulsores da resistência do vice - sentindo o cheiro de queimado de nova tentativa do governo, por intermédio do deputado federal, de reduzir o Democratas a espólio do Palácio.


