De algo o governo, parlamentares e a população não tem do que reclamar: o Estado está na agenda econômica, política e policial do país. E até internacional
A imprensa nacional repercute nesta terça Operação da Polícia Federal que tem como alvos dois filhos do ator Francisco Cuoco e outro do ex-presidente João Figueiredo, numa sociedade com Donald Trump. Prenderam o ex-presidente do BRB e atual presidente do Banco do Espirito Santo.
A turma teria pago suborno a dirigentes do Banco Regional de Brasília em troca de investimentos no extinto Trump Hotel, no Rio de Janeiro, hoje LSH Lifestyle (já alvo de duas operações da PF).
Montaram o Fundo de Investimento em Participações (FIP) LSH para captar dinheiro para o hotel. Nesse FIP LSH o Igeprev atracou em 2014 uma aplicação de R$ 35 milhões.
Esta aplicação foi tratada pela sindicância do Igreprev de 2015 como investimento em fundos com irregularidades e sem liquidez. Neste grupo de fundos, o Igeprev enterrou, conforme a sindicância, a bagatela de R$ 1,5 bilhão.
A aplicação do Igeprev na turma hoje alvo da operação da Polícia Federal já registrava em novembro de 2018 (DAIR) apenas R$ 14 milhões. Ou seja: o Igeprev já havia tomado na tarraqueta em R$ 21 milhões.
Montante que pode ir aos R$ 35 milhões (o valor da aplicação) os prejuízos proporcionados pela aplicação no fundo dos aposentados e pensionistas do Estado.


