Poderia ser uma inverdade de 1º de abril. Mas não o é. Como que reproduzindo as idiossincrasias de seus semelhantes nacionais, os políticos do Estado, oposição e situação, se batem nos últimos dias por uma questão em que ambos estariam certos e errados a um só tempo nas suas proposições.
Já que as duas correntes de pensamento objetivariam, presumidamente, o bem comum, só o componente eleitoral estabeleceria parâmetros e justificativas para a divisão exposta, que se colocaria restritamente no subjetivo, contra a objetividade das necessidades públicas.
A crise do Covid-19 expõe, com efeito, a falta de UTIs e leitos nos 18 hospitais públicos do Estado a exemplo do que ocorre nas demais unidades da Federação. São , no Estado, apenas 131 UTIs dos quais 52 leitos clínicos destinados ao Covid-19, para uma população de 1 milhão e 572 mil pessoas. Uma média macabra, para o coronavírus, de um leito para cada lote de 30 mil pessoas. E 223 respiradores. Ou: um respirador para cada grupo de 7 mil pacientes.
Deputados federais, senadores e governo, entretanto, diante desse quadro, se ocupam mais em apontar responsabilidades pretéritas para evitar responsabilizações futuras que exercer suas responsabilidades presentes. E futuro para político com mandato são as urnas. Responsabilidades, estão devendo.
Leia mais:https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/opiniao/tend%C3%AAncias-e-ideias-1.1694943/idiossincrasias-no-covid-19-1.2026395


