Justiça e Ministério Público fazem o seu papel. Mas há procedimentos que redundam em consequências além da correção propriamente dita do objeto envolvido.
É o caso do questionamento do número de vacinas recebidas e o publicado no portal IntegraSaúde. O governo é obrigado a atualizar os dados (há a lei da transparência pública) mas existem, também, processos.
O governo não pode contabilizar vacinas antes de conferir as doses encaminhadas pelo governo federal. E o controle das doses (e do cumprimento do PNI) é realizado pelos municípios já que o governo não aplica imunizantes. Só os redistribui.
Tomando as decisões do Ministério Público pelo seu valor de face e da forma que são empreendidas e publicitadas, o cidadão comum é levado a deduzir que haveria fraudes nas vacinas.
Quando o próprio governador do Estado somente foi imunizado há duas semanas, seguindo o Plano Nacional de Imunização, dentro da idade estabelecida.
Que não é amplificado com o mesmo vigor com que se mostra as ações do MPE. Levando o governo a desgastes políticos sem ter o controle total do processso e das circunstâncias.


