As receitas contabilizadas pelo governo até este sábado segue o desempenho do primeiro quadrimestre. A quatro dias do fechamento do 3º bimestre (quando deve publica o RREO) e considerados supostos atrasos nos números do portal das transparências, a situação é de folga financeira.
O Executivo estadual registrou até hoje receitas de R$ 5,133 bilhões a uma semana do encerramento do mês. Fechou o 6º bimestre de 2020 com receitas de R$ 4,757 bilhões. Um superávit de R$ 376 milhões que vai certamente aumentar até o dia 30. Tanto pela arrecadação de receitas estaduais quanto pela última cota do FPE do mês.
Nas despesas, segue a mesma régua de cálculo. Em 2020, empenhou R$ 5,1 bilhões e pagou R$ 4,02 bilhões. Em 2021 empenhou R$ 5,11 bilhões e pagou até agora R$ 3,9 bilhões.
Dentre as despesas, consumiu com pessoal R$ 3,2 bilhões (2020) e R$ 2,9 bilhões (2021). No custeio (outras despesas correntes), pagou R$ 793 milhões (6º bimestre 2020) contra os atuais R$ 1 bilhão. Considerando a inflação, um desempenho eficiente.


