A taxa de ocupação nos hospitais públicos do Estado (18 hospitais) nesta quinta-feira mantém o fluxo das semanas anteriores, sinalizando que há leitos desocupados, afastando o retrato amarelado de pacientes nos corredores de meses atrás.
Há, evidentemente, ainda problemas com medicamentos e cirurgias, mas não restam dúvidas acerca do resultado do Executivo estadual sobre a questão. A sobra de leitos pode estar diretamente ligada à rapidez do atendimento e tratamento. E isto só se dá com administração de recursos humanos e materiais.
Nesta quinta, o Hospital Geral de Palmas, por exemplo, tem uma taxa de ocupação de 56%. Ou seja, de 450 leitos apenas 252 estariam ocupados. No Hospital Regional de Araguaína, a taxa de ocupação nesta quinta-feira é de 67%, próximo dos 62% do Hospital Regional de Gurupi.
E ainda do Hospital Regional de Miracema (48%), Hospital Regional de Augustinópolis (40%), Porto Nacional (40%), Guaraí (39%), Xambioá (39%,), Araguaçu (30%) e Paraíso (29%). Dianópolis (15%), Alvorada (13%), Pedro Afonso (13% e Arraias (13%).
As maiores ocupações estão no Hospital e Maternidade Dona Regina (85%), Hospital e Maternidade Tia Dedé/Porto Nacional (84%) e Hospital Materno Infantil de Palmas (63%).
Ou seja, a grande maioria dos hospitais está funcionando normalmente, sem a necessidades dos corredores. Só de atendimentos de urgência, essa rede pública atendeu 116 mil pessoas no último trimestre. Nos nove dias de abril, já passa de seis mil atendimentos.


