Ainda que tenha ingressado nas despesas públicas os reajustes salariais, promoções e progressões (a partir de maio), comparativo de receitas e despesas do governo publicado ontem à noite (DO) explicitam que as receitas superaram os gastos públicos no período de janeiro a maio de 2023 em R$ 382 milhões.
Enquanto as despesas totais somaram nos primeiros cinco meses o volume de R$ 5,923 bilhões, entraram nos cofres públicos R$ 6,305 bilhões. E o governo registra, ainda, uma reserva de contingência de R$ 415 milhões.
No período, o governo corrigiu o orçamento de R$ 12,8 bilhões para R$ 13,6 bilhões. E as receitas correntes de R$ 14,445 bilhões para R$ 14,681 bilhões. Realizou em cinco meses um total de R$ 7,792 bilhões de receitas correntes.
Ou seja, em 41,6% do ano amealhou 53% do projetado para as receitas correntes no exercício. E 46% do orçamento previsto para 2023. Como fez despesas de apenas 43,3% do total disponível (R$ 5,923 bilhões de R$ 13,674 bilhões no mesmo período), o desempenho é indiscutivelmente superavitário.
E aponta controle de gastos com aceleração de despesas inferior à verificada na arrecadação de receitas.


