O governo reduziu a dívida consolidada do poder público estadual em 21% na administração de Wanderlei Barbosa em um ano e oito meses no Palácio.
Por outro lado, a receita corrente líquida aumentou 25,3% no mesmo período.
Trocando em miúdos: pagou despesas obrigatórias em dias, fez investimentos e ainda amortizou R$ 1,038 bilhões da dívida que herdou do governo anterior de R$ 4,753 bilhões.
Balanço publicado na semana passada registra uma dívida consolidada de apenas R$ 3,715 bilhões.
Já as receitas correntes líquidas passaram de R$ 10,053 bilhões em dezembro de 2021 para os atuais R$ 12,605 bilhões. Um crescimento de R$ 2,552 bilhões em menos de dois anos.
Daí a dificuldade da oposição ao governo de se movimentar, não só para as eleições do próximo ano, mas na sucessão estadual de 2024.


