O Estado tem administrado sua dívida consolidada. Nos últimos 18 meses a reduziu em R$ 1 bilhão.
A STN (Secretaria do Tesouro Nacional) publicou os números da execução orçamentária dos Estados até o segundo quadrimestre de 2023.
E eles retratam um governo ajustado. A administração Wanderlei Barbosa compromete com a dívida consolidada líquida apenas 2,55% das Receitas Correntes Líquidas. O limite é 200%.
Na região Norte, só o Pará teve melhor desempenho: - 4,21%. Os demais ficaram atrás do Tocantins.
Rondônia compromete com dívida 6,06% da RCL, Roraima (4,32%), Acre (22,28%), Amapá (16,04%) e Amazonas compromete 23,16% das receitas com a DCL.


