O grupo palaciano parece decidido a seguir junto. É uma premissa que contraria a propaganda de que sempre estiveram coladinhos.
Pode não ser nada. Mas na fotografia do grupo no Sudeste ontem faltava o candidato republicano ao Senado, deputado federal Eli Borges.
E expandia-se a imagem do candidato do União Brasil ao mesmo cargo, o deputado federal Carlos Gaguim.
Tomado ao pé da letra, Wanderlei quedava-se a Dorinha Seabra e Eduardo Gomes. Normal diante das circunstâncias.
Eli Borges ao Senado foi uma invencionice de Wanderlei. Jogo, jogado. Não explicar porque mudou (ou se mudou) é que se torna erro tático e estratégico.
Da mesma forma que negar as rusgas internas por espaço político. Guerra de posições natural e que os governistas terminam por superestimar na negação, afirmando que nunca houve dissenso no grupo.
O problema é outro: nos municípios os prefeitos aguardam o encontro de agendas de Dorinha e Wanderlei para irem às ruas.
Algo que os governistas dizem será implementado a partir de junho, com a redução das atividades da Senadora no Congresso.
Governistas que andam animado com análises de pesquisas internas: trabalham para liquidar a fatura no primeiro turno.
Mas não o levarão às massas para não repetir o Efeito Janad.



