Sábado, 23 de Mai de 2026

Governistas parecem ter decidido sobre divergências na majoritária e devem intensificar agenda política e de campanha conjunta de Wanderlei Barbosa e Dorinha Seabra para ganhar a eleição, dizem, ainda no primeiro turno

23/05/2026 151 visualizações

O grupo palaciano parece decidido a seguir junto. É uma premissa que contraria a propaganda de que sempre estiveram coladinhos.

Pode não ser nada. Mas na fotografia do grupo no Sudeste ontem faltava o candidato republicano ao Senado, deputado federal Eli Borges.

E expandia-se a imagem do candidato do União Brasil ao mesmo cargo, o deputado federal Carlos Gaguim.

Tomado ao pé da letra, Wanderlei quedava-se a Dorinha Seabra e Eduardo Gomes. Normal diante das circunstâncias.

Eli Borges ao Senado foi uma invencionice de Wanderlei. Jogo, jogado. Não explicar porque mudou (ou se mudou) é que se torna erro tático e estratégico.

Da mesma forma que negar as rusgas internas por espaço político. Guerra de posições natural e que os governistas terminam por superestimar na negação, afirmando que nunca houve dissenso no grupo.

O problema é outro: nos municípios os prefeitos aguardam o encontro de agendas de Dorinha e Wanderlei para irem às ruas.

Algo que os governistas dizem será implementado a partir de junho, com a redução das atividades da Senadora no Congresso.

Governistas que andam animado com análises de pesquisas internas: trabalham para liquidar a fatura no primeiro turno.

Mas não o levarão às massas para não repetir o Efeito Janad.

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