A Secretaria da Fazenda publicou ontem o Demonstrativo de Receitas e Despesas realizadas de janeiro a maio.
Com pessoal, é registrado em cinco meses o gasto de R$ 3,045 bilhões para despesas correntes de R$ 4,7 bilhões.
Em investimentos, entretanto, a administração aplicou apenas R$ 252 milhões para uma previsão de R$ 1,9 bilhões no ano.
Ou seja, investiu em 41% do exercício apenas 13,1% do previsto e gastou no mesmo período 45% do orçado para o exercício.
Nas despesas de pessoal, tudo indica, o ralo estaria nos contratos temporários. De janeiro a junho (portal das transparências) o governo gastou este ano R$ 422 milhões.
Significa R$ 108 milhões a mais do que os R$ 314 milhões desembolsados de janeiro a junho de 2021. Ou ainda R$ 125 milhões acima dos R$ 297 milhões de igual período de 2020.
Este ano, o maior crescimento das despesas com contratos se deu entre janeiro e fevereiro, com um acréscimo de R$ 18,3 milhões de um mês a outro.
De fevereiro a junho a média de crescimento das despesas com contratos se deu na faixa de R$ 13 milhões a cada mês.


