Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Futuro na berlinda: para IBGE, Tocantins tem 7,2% de pessoas acima de 15 anos que não sabem ler nem escrever. Educação teve gastos orçamentários de R$ 2,1 bi no ano passado. E R$ 2,04 bi para 2023

13/06/2023 403 visualizações

Não é nada animador: o IBGE divulgou na semana passada (7 de junho) – pouco ou não explorado por aqui – que o analfabetismo no Tocantins situa-se na faixa dos 7,2% das pessoas com 15 anos ou mais de idade.

 Ou seja, 91 mil pessoas (jovens) nesta faixa etária não saberiam ler ou escrever no Estado em pleno século XXI.  É a 10ª maior taxa de analfabetismo neste segmento demográfico do país. Um futuro compromissado para quase cem mil jovens.

O Estado tem a seu favor que não esteja desacompanhado. Na Bahia é 10,2%, Piauí (14,8%), Alagoas (14,4%) e Paraíba (13,6%). Maranhão tem 12,1%, Ceará (12%), Sergipe (11,7%), Pernambuco (11%) e Paraíba (13,65). Já as três menores taxas foram as do Distrito Federal (1,9%), Rio de Janeiro (2,1%) e de São Paulo e Santa Catarina (ambos com 2,2%).

Há três anos, pelo mesmo IBGE, havia no Estado, em todos os níveis demográficos, 117 mil pessoas analfabetas. O equivalente a 7,3% da população. Significa que a erradicação do analfabetismo se arrasta.

Ainda que, por exemplo, o Estado tenha aplicado na Educação no ano passado o equivalente a R$ 2,1 bilhões. E tenha projetado para 2023 um gasto orçamentário inicial de R$ 2,047 bilhões.

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