Já é observada nas igrejas da Nação Madureira inclinação por Vicentinho Jr (PSDB).
As conversas sobre o candidato avançam como os sermões. Os pastores já o defendem mesmo que reservadamente.
Apesar de os pré-candidatos estarem "na muda" para não atrapalhar os acordos e evitar obstáculos antes de concretizada a aliança.
A Igreja Madureira é comandada com mão de ferro pelo ex-deputado Amarildo Martins (Agir). É o “Moisés” da turma. Liderança incontestável.
Como os pastores não são dados a fazer nada sem seu comando, uma conclusão óbvia seria aliança de Amarildo com Vicentinho.
Seria, afinal, implausível que os pastores da Madureira levassem a seus fiéis uma mensagem contrária a seu líder.
A chapa de Vicentinho tem vaga de um senador. Amarildo tem o filho, deputado federal Filipe Martins (PL), como opção (36 mil votos/2022).
Filipe, no PL, não pode ser candidato ao Senado com o PSDB. Se o PL formar coligação com o UB.
Mas o Amarildo pode despejar o voto dos evangélicos em Vicentinho e colocar Carlos Velozo, vice-prefeito de Palmas e seu sobrinho, do Agir, no cargo de senador.
O pastor tem também outros motivos: o PL rifou Filipim do palanque de Jair Bolsonaro em Palmas em 2024.
E Eli Borges, também do PL e da igreja adversária, é o declarado candidato ao Senado de Wanderlei Barbosa.




