Não é por falta de razões que o governador Wanderlei Barbosa faz esforço para compatibilizar a agenda do Palácio com compromissos nos municípios. Ainda que uma não esteja desvinculada da outra.
Os números da arrecadação de recursos ordinários (desvinculados/de livre aplicação) publicados pela Secretaria da Fazenda apontam desempenho inigualável, comparado governos anteriores. Um referencial elaborado pelo Fisco no extrapolamento do cumprimento de metas fiscais.
O governo tinha previsão para arrecadar (de janeiro a maio/2023) o montante de R$ 3,34 bilhões de recursos ordinários. Arrecadou, entretanto, R$ 4,0 bilhões. Um superávit de R$ de R$ 661,54 milhões (foram recolhidos 119,79% do previsto).
Comparado o desempenho com igual período de 2022, a diferença não é irrelevante. Ainda mais tendo em conta que a partir de julho do ano passado, houve aquela redução de 33% no ICMS dos combustíveis, energia e comunicação.
De janeiro a maio de 2022, o governo arrecadou de recursos ordinários (de livre aplicação) o montante de R$ 3,75 bilhões para uma previsão orçamentária de R$ 2,75 bilhões para o período.


