Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Exposição de busca de hegemonia governista pode ter sido o gatilho para que três partidos endurecessem com seus parlamentares no Legislativo.

06/02/2025 479 visualizações

Nos bastidores políticos a oposição guardava o calendário eleitoral no compasso de espera político.

Se para parte dela, a estratégia dava espaço a composições favoráveis, outra tratava-na como mera tática de aguardar a melhor hora.

O avanço do governismo (e a verbalização pública dos líderes da busca de hegemonia no início do ano legislativo), pode ter sido o gatilho para três notas duras do PSB, PSD e PSDB no mesmo dia (ontem).

E não será surpresa que o Podemos e PDT também o façam. O PT (hoje alinhado ao Palácio) pode ser obrigado por Lula a engrossar a lista.

É um movimento que periga o governo enfrentar e que talvez não esteja preparado para o embate. No que a antecipação da sucessão pode ter sido um ato falho.

Mandatos pertencem aos partidos. Assim como o fundo de campanha eleitoral e tempo de propaganda.

O governismo pode ter mais prefeitos, mas também número maior de potenciais candidatos na mesma quantidade de partidos. E as vagas são iguais por legenda.

A projeção dessa disputa já abriga prudência a potenciais candidatos como a senadora Dorinha Seabra e o deputado Carlos Gaguim (UB). Os grandes financiadores da campanha de Wanderlei, do Republicanos.

Além disso, a depender do desempenho do Executivo, pode haver mais desgastes nos próximos dois anos.

Isto tudo aí irrompido após o primarismo das ações do grupo de Amélio Cayres no Legislativo estadual e metropolitano.

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