O Ministério da Indústria e Comércio Exterior divulgou hoje a balança comercial brasileira. O país fechou outubro com o pior desempenho desde 2015 (leia matéria da Agência Brasil aí do lado). O Brasil exportou R$ 3,4 bilhões a mais do que importou. As exportações caíram 16% em outubro.
No Tocantins não foi diferente. De janeiro a outubro de 2019 (conforme o MIDC) as exportações do Estado foram 16,68% inferiores ao volume exportado de janeiro ao outubro de 2018. Já as importações no mesmo período registraram um déficit maior: 20,43% a menos que o volume comprado pelo Estado no exterior.
Os empresários do Tocantins exportaram de janeiro a outubro de 2019 o equivalente a 927,9 milhões de dólares (R$ 3,8 bilhões) e compraram (importaram) no mesmo período um total de 146,24 milhões de dólares (R$ 613 milhões). Um saldo positivo na balança comercial de 781 milhões de dólares (R$ 3,2 bilhões).
A soja foi responsável por 73% das exportações. Vindo em seguida a carne bovina (fresca ou resfriada) que somou 13% das exportações de janeiro a outubro deste ano. Milho vem em terceiro lugar com participação de 6,7% nas exportações do Estado.
Já nas importações o campeão absoluto com 26% de participação é o cloreto de potássio. Depois, pela ordem, adubos (15%), armação para óculos (9%),nafta (6,7%), demais produtos manufaturados (6%), superfosfatos (5,5%),uréia (4,3%) e óculos de sol (4%).
exportaram de janeiro a outubro de 2019 o equivalente a 927,9 milhões de dólares (R$ 3,8 bilhões) e compraram (importaram) no mesmo período um total de 146,24 milhões de dólares (R$ 613 milhões). Um saldo positivo na balança comercial de 781 milhões de dólares (R$ 3,2 bilhões).
A soja foi responsável por 73% das exportações. Vindo em seguida a carne bovina (fresca ou resfriada) que somou 13% das exportações de janeiro a outubro deste ano. Milho vem em terceiro lugar com participação de 6,7% nas exportações do Estado.
Já nas importações o campeão absoluto com 26% de participação é o cloreto de potássio. Depois, pela ordem, adubos (15%), armação para óculos (9%),nafta (6,7%), demais produtos manufaturados (6%), superfosfatos (5,5%),uréia (4,3%) e óculos de sol (4%).


