O Executivo estadual fechou o primeiro quadrimestre de 2024 desembolsando com salários 45,89% das receitas correntes líquidas. Nada muito diferente do que projetava este blog há duas semanas.
Pelos quadros (a que teve acesso o blog nesta terça) – e que devem ser publicados no Diário Oficial até quinta - o comprometimento das receitas com despesas de pessoal é superior aos 44,87% com que fechou o 3º quadrimestre de 2023. Mas o Estado ainda se mantém abaixo do limite prudencial.
As receitas correntes cresceram 3,9% e as despesas de pessoal (líquidas) aumentaram 6,2%
O desempenho da arrecadação deu suporte ao pagamento, por parte do governo, dos passivos com o funcionalismo e implementar novos benefícios. Sem atrasar pagamento de fornecedores.
Situação bem revelada no resultado primário superavitário de R$ 691,7 milhões (292% da meta) e um resultado nominal de R$ 655,8 milhões (175,01% da meta).
Sem comprometer os gastos com saúde e educação Na saúde aplicou R$ 282 milhões a mais (16,91%). E 20% na educação. Neste particular, o índice final só se dá em dezembro.


