O governo decidiu mexer nos consignados. Publicou ontem o Decreto 6.874/24 alterando outro Decreto (6.73/20) ainda do governo Mauro Carlesse.

Dispõe o decreto:

“Art. 4o A operacionalização das consignações no âmbito do sistema de gestão de folha de pagamento e recursos humanos do Poder Executivo Estadual poderá ser executada de forma indireta, mediante processo licitatório.

No decreto anterior, não se exigia licitação. E sim termo de cooperação técnica.

Mas o novo decreto impõe:

§5o Empresas contratadas para os fins de que trata o caput deverão repassar, mensalmente, o valor correspondente a 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), do total de linhas de consignação processadas e aceitas em folha de pagamento que lhe gerem receita, para cada um dos seguintes fundos:

I - Fundo de Gestão de Recursos Humanos e Patrimônio - FUNGERP, quando se tratar de servidor civil ou militar ativo; II - Fundo de Previdência do Estado do Tocantins, quando se tratar de inativos ou pensionistas.” (NR)

Como empresário não banca prejuízo, esse 1,5% ai vão cair no custo da operação para o servidor que tomar o comissionado.

É possível deduzir que o governo encontrou nos consignados uma forma de financiar o rombo do Igeprev.

Com os empréstimos consignados dos funcionários junto à rede bancária.

Deixe seu comentário:

1 Comentário(s)

  • Veronica tereza carvalho costa
    05/12/2024

    Certo. E uma forma de devolver o salário confiscado dos velhinhos aposentados, que estão sendo lesados a próxima dá-me 13 anos....o governo não pensa.?????

Ponto Cartesiano

A desistência do senador Irajá Abreu (PSD) do recurso contra Wanderlei não mandaria automaticamente o processo para o arquivamento. Para advogados esp...

Na primeira semana de dezembro, o Tribunal de Contas gastou R$ 239 mil com diárias de servidores. Dos estradeiros, 39 deles foram para Florianópolis (SC). Um congr...

O governo terá nessa quarta depositados R$ 222 milhões e 429 mil  na conta do tesouro. É a primeira cota do Fundo de Participação dos...