O IBGE divulgou esta semana o mapa da pobreza no país. Teria caído o número de miseráveis.
Um dos gráficos demonstra que o Tocantins teve uma das maiores variações do rendimento médio domiciliar de 2012 a 2023
Teria crescido 38,9% contra uma média nacional foi de 11,5%.
A previsão do PIB regional, entretanto, elevou-se 400% de 2015 a 2025 (LDO).
Se irmos mais adiante (no Cadastro Único do governo federal/novembro/24) encontraremos 907 mil e 200 pessoas cadastradas no Estado.
É 67 mil acima dos 840 mil e 138 registrados em novembro de 2021. E superior aos 905 mil (2022). Ainda que menor que os 930 mil (2023).
Agora um dado horripilante: daqueles 907 mil do cadastro, 399 mil e 640 se dizem estar na pobreza.
Um rendimento de US$ 2,15 por dia. Ou R$ 12 reais para comer, beber, dormir, escola,medicamento...
E um pibão de R$ 70 bilhões e renúncias fiscais de R$ 2,4 bilhões.
Com deputados faturando R$ 1 milhão por ano. Ou: R$ 2.740,00 a cada 24 horas.


