A Secretaria da Fazenda publicou o Boletim de Análise da Arrecadação das Receitas Estaduais de 2021.
O destaque é para o desempenho da arrecadação total de receitas estaduais na fonte Recursos Ordinários (0100) – desvinculadas e de livre aplicação.
O governo projetava arrecadar R$ 6,060 bilhões mas conseguiu realizar R$ 1,754 bilhões a mais, fechando o exercício de 2021 com receitas (Recursos Ordinários) de R$ 7 bilhões e 815 milhões no caixa.
Outros destaques apontados pela Secretaria da Fazenda:
a)Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria: a arrecadação acumulada de janeiro a dezembro de 2021 foi de R$ 5,27 bilhões, com variação nominal de 21,31% e real de 11,78% em relação ao mesmo período do ano anterior.
b)ICMS: a receita acumulada de janeiro a dezembro de 2021 foi de R$ 4,01 bilhões, com crescimento nominal de 25,13% e real de 15,44% em relação ao mesmo período de 2020.
c)FPE: o valor arrecadado acumulado de janeiro a dezembro de 2021 foi de R$ 5,23 bilhões, variação nominal de 32,11% e real de 22,17% em relação ao mesmo período de 2020.
Conclusão óbvia: o governo não necessitaria de aumentar a dívida pública para financiar investimentos nos municípios e nas rodovias estaduais. E não é por falta de arrrecadação/receitas que não atenderia a população na medida de sua necessidade.


