Uma conta para o futuro: o governo do Estado desembolsou em 2024 (previsão da STN) o equivalente a R$ 808,3 milhões com amortização e encargos da dívida de empréstimos.
Em 2024, entretanto, só entraram de novos recursos de empréstimos a soma de R$ 257 milhões de financiamentos já contratados da disponibilidade de crédito de R$ 1 bilhão com o BB (vigente em 31/12/2024).
O empréstimo é para pavimentação asfáltica. Mas no Orçamento de 2025 só tem previsto R$ 282 milhões de recursos oriundos de operações de crédito.
É um empréstimo com taxa de juros de CDI+1,40%. Vai até 2033. O BB foi substituído pelo governo na administração da conta do tesouro. Fechou 2024 com movimentação próxima de R$ 20 bilhões.
Em 2025, o Estado irá pagar R$ 625 milhões de amortização, juros e encargos.
De 2022 (1º ano de Wanderlei) até 2026 (final do mandato), como está na tabela do empréstimo de R$ 1 bilhão com o BB, o Estado terá pago só de juros e amortização o montante de R$ 2,782 bilhões.
Até 2023 (quando vence o contrato do BB), serão R$ 5,6 bilhões de juros, encargos e amortização. Dos empréstimos já existentes. Mas o Legislativo já aprovou outros.
Somando a isto a média de R$ 2 bilhões de isenções fiscais anuais, uma tungada de R$ 25 bilhões em dez anos.


