Sábado, 8 de Ago de 2026

Estado nas últimas posições e Capital dentre as dez melhores no Ideb. Bônus e ônus do desempenho, no entanto, recaem só nos administradores, excluíndo os professores que recebem o teto nacional. Uma reflexão não seria irrelevante

08/08/2026 116 visualizações

De forma transversal, Eduardo Siqueira Campos tem sido trazido ao debate entre Carlos Amastha e Cinthia Ribeiro. O primeiro, candidato a estadual e a segunda, a federal. Ambos ex-prefeitos de Palmas.

O Prefeito se distancia do palanque, ainda que atribuam a ele responsabilidades que não se cobraria de  um prefeito com apenas um ano e meio de mandato sobre um problema que é conjuntural e sistêmico. De anos.

Ainda ocupado com as quadras e os moradores da cidade fazendo obras tão necessárias quando relegadas a segundo plano por administrações anteriores. Dentre eles, Amastha e Cínthia.

Os três, obviamente nos cargos, seriam os responsáveis pelo desempenho da prefeitura em todos os setores. E tanto em Cínthia quanto em Amastha e Eduardo, apresentaram oscilações.

A discussão do dia é a nota do Ideb.  A campanha eleitoral faz os litigantes deixarem de lado um segmento relevante no resultado: os professores envolvidos (votos e vaqueiros de votos). Mas sigamos.

Eduardo ainda não entrou na briga. Mas tem números para refutar transversalidades.

A Prefeitura (CadPrev esta semana) registra cumprimento de todas as duas dezenas de exigências federais. Ficha limpa no Serasa federal.

No balanço publicado na semana passada (30 de julho) a prefeitura registra mais receitas que despesas no semestre. Ou: não gastou mais do que teve.

Um resultado primário e nominal positivo. Ou seja, a execução orçamentária não tem apresentado intercorrências.

Agora vamos à Educação: a Prefeitura aplicou na Educação de janeiro a junho (RREO publicado em 30 de julho) o índice de 25,06% das receitas com Educação na Capital. Mais que o determinado pela CF.

Para efeito de comparação, no mesmo período o governo do Estado aplicou em Educação só 22,68% das receitas. E no ranking nacional do Ideb 2025, teve a 17ª colocação (ensino médio), 21ª (anos iniciais) e 19ª (anos finais).

Retornando a Palmas, professores do município  tem salários iniciais de R$ 4.688,00 – cumpre em 100% o teto da Educação (Portal da Educação) – e ainda assim o desempenho 2025 colocou a Capital na 11ª colocação dentre as Capitais.

Posição melhor que a do governo.

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