O governo do Estado ocupa a 2ª posição dentre as unidades federativas do país com maior comprometimento de receitas com salários de servidores em relação às receitas totais. A conclusão é de relatório da STN que aponta ser 72% de todas as despesas do governo nos dois primeiros bimestres de 2020 comprometidas com pagamento de pessoal.
O Estado só perde para o Rio Grande do Sul cujo comprometimento apurado é de 80%. Na região Norte, Amapá (46%), Amazonas (47%), Rondônia (52%), Acre (56%) e Roraima (que não encaminhou os dados à STN), completam a lista. O limite máximo da LFR (todos os poderes) é de 60%.
Somando as despesas de pessoal (72%), custeio (17%) e 5% do serviço da dívida, desembolsados pelo Estado, tem que 94% das receitas gastas com a máquina. O governo no período investiu apenas 1%.
Como o governo publicou o balanço do 1º quadrimestre informando ter gasto 47,57% da receita corrente líquida no Executivo (dentro do limite), o desempenho de todos os poderes sobre as receitas totais sugere que haveria estratégias locais para modificar a leituras dos números que a STN enxergou de outra forma.


