Relatório publicado recentemente pela Secretaria do Tesouro Nacional aponta que, mesmo aumentando o resultado orçamentário (receitas realizadas menos despesas liquidadas) maior em 2022 do que em 2021, passando de R$ 530 milhões positivos (ano passado) para R$ 1 bilhão (2022), o Estado teve reduzida participação de receitas próprias em relação às transferências federais nas receitas realizadas.
De acordo com a STN (RREO 2º B), o Estado tem 46% de suas receitas oriundas de arrecadação e outros 54% de transferências federais. Ou seja, mais dependentes do tesouro nacional do que fechou 2021.
O dado positivo é que as receitas correntes cresceram no período 26% e as despesas correntes apenas 14%. Contra um IPA de 4,29%.


