A ex-senadora Kátia Abreu faz palestra nesta segunda em Portugal, mas para o PT estadual tudo pode acontecer esta semana. Inclusive nada.
O partido pode decidir esta semana se faz aliança com o PSD de Laurez Moreira. O acordo já esteve mais próximo. Mas a estratégia de Laurez o teria procrastinado.
As movimentações de Gilberto Kassab (presidente nacional do PSD) no último final lde semana que ensaiam sua intenção em ocupar a vice-presidência de Ronaldo Caiado (PSD) afastam-no (e o PSD) do partido de Lula.
E reforçam a primeira opção de Laurez pela direita. Incentivando-o a pregar: estão vendo como eu estava certo!!!
Laurez, com efeito, foi praticamente empurrado a encontro com Edinho Silva, presidente nacional do PT, na semana passada.
Chances a Caiado, por outro lado, dependem de uma implosão na candidatura de Flávio Bolsonaro.
E no Estado do Tocantins dois pré-candidatos ao governo foram às redes e ruas esta semana disputando aquele que é mais bolsonarista e mais direita. Laurez jogou parado.
O senador Eduardo Gomes (PL) – da chapa de Dorinha Seabra (UB) – discursou que Flávio Bolsonaro – enrolado até a tampa nas milicias, rachadinhas e desvios do presidente da Assembléia e ex-governador do Rio de Janeiro - está sendo injustiçado nos milhões de Vorcaro.
Já o deputado Vicentinho Jr (PSDB) posicionou, ato contínuo, como de direita. Muito embora esteja filiado ao PSDB. Um partido social-democrata.
Na tese, o ex-presidente FHC teria os mesmos princípios de Jair Bolsonaro.
É ambiente, portanto, que impulsionaria o PT a disputar o governo em chapa própria.
O resultado seria aumento da probabilidade do segundo turno no Estado.
E que os aliados do Palácio trabalham para evitar.
Muito embora o efeito Janad ainda insista em aparecer no retrovisor a lembrar-lhes que pesquisa é pesquisa.
E voto é voto.



