O governo anunciou um protocolo de restauração florestal com duas empresas denominadas Silvania e Genoma com a Tocantins Parcerias (S/A).
Informa-se que a empresa fará um investimento internacional de R$ 120 milhões. Seria um dos resultados da missão à Suiça.
No comunicado informa-se isto aqui: O objetivo é melhorar a regulação climática com a absorção de gases de efeito estufa da atmosfera e a manutenção das florestas em pé (...).
A primeira área corresponde a 12 mil hectares. Ou seja, 2 mil e 500 alqueires.
Claro está que a restauração florestal teria como causa e consequência aumentar sequestro de carbono. Dado o convênio firmado com uma das subsidiárias da Mercuria Energy Trading. E que promete entregar ao governo até 2030 a soma de R$ 2,5 bilhões.
E qual a área que será inicialmente restaurada: as áreas de preservação de competência do Naturatins.
É obviamente um assunto que requereria indagações do Ministério Público. 1) O Naturatins não estaria cumprindo sua obrigação?2) O Ministério do Meio Ambiente não teria recursos para restauração de áreas públicas degradadas? Quais as cláusulas desse convênio de financiamento privado de restauração de área pública?
Mais: o que o governo do Estado concedeu em contrapartida por estes iniciais (isto mesmo, iniciais) R$ 120 milhões?
O governo informa o lero-lero de sempre: geração de emprego e renda.
Esse assunto promete.


